UESP abre inscrição para Curso de Avaliadores.

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A União das Escolas de Samba Paulistanas (UESP), por meio da Escola de Formação de Avaliadores (EFA), está com inscrições abertas para o curso gratuito para Formação de Avaliadores de Desfiles de Escolas de Samba e Blocos Carnavalescos.
A formação acontece entre os dias 7 de outubro e 26 de novembro de 2017, e é composta por aulas teóricas e práticas, divididas em três módulos com aulas sobre Música (Bateria/Harmonia/Samba Enredo), Dança (Comissão de Frente/Mestre-Sala e Porta-Bandeira/Evolução) e Visual (Enredo/Alegoria/Fantasia), além de abordar conteúdo específico sobre a história do Carnaval, sistema de concessão de notas, ética, normas e deveres dos avaliadores.

Podem participar pessoas com atuação em diversas áreas: Artes Plásticas, Música, Comunicação, Letras, entre outras. Para se inscrever, o candidato deve ter mais de 18 anos de idade e encaminhar até o dia 29 de setembro e-mail para efa@efcp.com.br com o titulo “ CURSO EFA 2018” solicitando a ficha de inscrição que deve retornar preenchida para o mesmo.

As aulas serão ministradas na sede da UESP (Rua Rui Barbosa, 588 – Bela Vista), aos sábados e domingos, das 9 às 18 horas, dependendo do módulo escolhido. A carga horária é de 30 horas e o cronograma do curso será entregue no primeiro dia de aula, cuja participação é obrigatória. Neste dia, o aluno deverá entregar a ficha de inscrição assinada, cópias dos documentos pessoais (RG, CPF e comprovante de endereço), 1 foto 3X4 e do currículo relatando sua experiência no carnaval.

“Os participantes que concluírem satisfatoriamente o curso receberão um certificado de conclusão emitido pela EFA e UESP. Cabe ressaltar que isso não implica em nenhuma obrigatoriedade em contratação como avaliador para o Carnaval 2018”, explica Alexandre Marcelino, diretor da EFA.

Mais informações podem ser obtidas pelo whatsapp (11) 98115-8034.

Fonte: Redes Sociais/UESP
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Boêmios da Vila apresenta Corte Carnaval 2018

A Escola de Samba Boêmios da Vila, prestes a completar 28 anos de idade e já se movimentando para fazer seu terceiro desfile pelo Grupo II da UESP, Butantã, apresenta sua Corte para o Carnaval 2018, composto de Rainha da Bateria, Rei da Bateria e Rainha da Diversidade.

corte boemios 2018

A Rainha da Bateria, Fabielle Souza, já fazia parte da corte como Princesa, e assume o posto de Rainha após a saída, espontânea, da Rosangela Babalu, que deixou o posto para investir em novos projetos profissionais e pessoais, o Rei da Bateria, Eduardo Perachini segue, rumo ao segundo ano de reinado e para reforçar o time entra em campo a Eliabe Furação, Rainha da Diversidade.

ELIABE FURACÃO

Ter uma Rainha à frente de uma Bateria é comum, ter um Rei está se tornando comum, pois acredito que isso reforça a figura de Momo (atualmente, fruto das transformações, este espaço não é mais privilégio, só, dos “gordos”,  coisa impensável até há poucos anos). Mas a novidade é a Rainha da Diversidade que chega para representar a multiplicidade do Carnaval, para reafirmar as transformações pelas quais tem passado nossa sociedade e mostrar que o Carnaval é uma celebração inclusiva, tem espaço para tod@s. – Esclarece J. Ivo Brasil (Carnavalesco).

Para 2018 a Escola de Samba Boêmios da Vila leva para a avenida o enredo: DA NATUREZA AO CARNAVAL. TUDO SE RECRIA, NADA SE PERDE, TUDO SE TRANSFORMA ATÉ EM FANTASIA.   

“Nosso enredo vem falando, basicamente, de transformação. Nele a gente dá uma pincelada na ciência, mais especificamente na química, grande responsável pela transformação de matérias diversas em muitos produtos que usamos no desenvolvimento de nosso carnaval. Falamos de transformação social, transformação cultural… folclore brasileiro, que se apropria muito bem do termo transformação…e falamos também do carnaval, um dos grandes responsáveis por muitas mudanças sociais do século passado. Quando o asfalto subiu o morro e finalmente o morro pôde descer para o asfalto e juntos caírem nos braços de momo.” – Completa J.Ivo Brasil.

Em Cima da Hora lança samba-enredo 2018

A agremiação da zona sul de São Paulo finalizou a escolha de seu hino rumo 2018. Um desfile muito especial para todos os seus componentes, pois a escola completa 20 anos de fundação e junto com isso resolve homenagear, também, um dos grandes comunicadores da TV brasileira: Leão Lobo.

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Acesse o link abaixo, fique por dentro do som e comecem a se preparar para cair na folia.

SAMBA ENREDO 2018 – EM CIMA DA HORA PAULISTANA

Escola de Samba EM CIMA DA HORA
Tema: Nos 20 anos da EM CIMA DA HORA… tem um leão na toca da coruja

Presidente: Jair Santos
Autor do samba enredo: Herbert Nogueira.

*O Chirriar da coruja
Vem me avisar
EM CIMA DA HORA, chegou.
Hoje eu vou para a avenida
Eu vou festejar.
As bodas deste amor….

E o Leão lobo
Não ia ficar fora dessa…
Chegou pra abrilhantar a nossa festa
Trouxe… Toda sua historia
Viva em nossa memoria
E vamos reviver aqui

De olho nas estrelas
Do Show de calouros
Programa do ratinho
Só fofocalizando
Cansado de injustiça
Tanta desigualdade
Partiu defendendo a massa
Buscando mais dignidade

Dignidade já
Dignidade já
Com o Leão, dignidade é já

E o Leão vem voando nas asas da coruja
E a coruja rugindo como um leão
E a zona sul explode de emoção

Vou te contar um segredo
Não conte a ninguém
Segredo não é fofoca
E todo mundo tem *

Rumo 2018 Morro da Casa Verde lança seu enredo!

Morro da Casa verde, décima primeira escola a desfilar no dia 12/02/18, segunda-feira, no Anhembi, Grupo I UESP, divulga seu enredo para o carnaval 2018.

Mais uma vez a escola, junto com o seu Carnavalesco Fábio Flisch (Fabinho) e toda comunidade, fazem suas apostas em um enredo afro (em 2017 com o enredo o Canto de Kianda, a sereia de Angola se faz brilhar, a escola ficou em 5° lugar – grupo 1 – UESP), mas, para 2018,  o objetivo é ir “prás cabeças”, voltar ao grupo de acesso em 2018.

O enredo levará para o Sambódromo do Anhembi a história de Luiza Mahin: africana, guerreira, líder, escrava, rainha, mãe…. uma mulher à frente de seu tempo.

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Vem da África, do berço do mundo, uma mulher negra de origem Mahi que, sofrendo e vendo seus filhos sendo tirados de sua terra mãe, resolve fugir, aprender e lutar contra a escravidão.

A princesa africana foge para o Sudão, onde aprende os ensinamentos do alcorão, vem para o Brasil como escrava e conquista sua alforria em 1812.

Atuante em levantes escravos que ocorreram na Bahia, sendo o mais importante deles a Revolta dos Malês, 1835, após muitas lutas volta para sua terra mas deixa por aqui seu filho, Luiz da Gama, importante defensor dos direitos afro-brasileiros em terra brasilis.,

Fabinho

Carnavalesco Fábio Flish (Fabinho)

Com essa história de luta nossa escola vai para a avenida com um carnaval de raízes e origens. Acredito muito em nossa força. Será um grande desfile, podem aguardar…. Asè. Comenta o carnavalesco Fabinho, que acaba de renovar com a escola e faz questão de frisar: Sou o carnavalesco, mas tenho outras pessoas que também são responsáveis pelo trabalho, por exemplo: Guilherme Estevão (autoria do enredo, pesquisa e desenvolvimento visual junto com o carnavalesco) e Mario Caselli (desenvolvimento da identidade visual, logomarca, do enredo).

Boêmios da Vila lança enredo 2018

No carnaval de 2017 a Escola de Samba Boêmios da Vila bateu na trave durante grande parte da apuração, entretanto, acabou em quinto lugar, sua melhor colocação em seu atual grupo.

Localizada na zona sul de São Paulo, a escola começa sua preparação rumo 2018, lançando seu enredo: Da natureza ao carnaval. Tudo se recria, nada se perde, tudo se transforma até em fantasia

É o sexto trabalho assinado pelo Carnavalesco J. Ivo Brasil, que declara: “Nosso enredo vem falando, basicamente, de transformação. Nele a gente dá uma pincelada na ciência, mais especificamente na química, grande responsável pela transformação de matérias diversas em muitos produtos que usamos no desenvolvimento de nosso carnaval. Falamos de transformação social, transformação cultural… folclore brasileiro, que, aliás, se apropria muito bem do termo transformação…. E falamos também do carnaval, um dos grandes responsáveis por muitas mudanças sociais do século passado. Quando o asfalto subiu o morro e finalmente o morro pôde descer para o asfalto e juntos caírem nos braços de momo”

Aproveitando a divulgação de seu enredo a escola também apresenta à Família Boêmios da Vila e todos os súditos de Momo sua logomarca.

Boêmios da Vila 2018

Boêmios da Vila 2018. Desenvolvimento: Mario Caselli. Direção de Arte: J. Ivo Brasil.

 

Centenário do Samba ganha selo comemorativo.

Nesta sexta-feira (23), os Correios colocaram em circulação um bloco (90 mil unidades) com selo em comemoração ao aniversário de 100 anos do samba. A data faz alusão à canção Pelo Telefone, de Donga e Mauro de Almeida, que é considerado o primeiro samba a ser gravado no Brasil, em 1917.

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Elementos de Art Nouveau emolduram o bloco, que traz na ilustração de Daniel Effi o momento de reunião da roda de samba, fazendo referência à gravação do primeiro samba, sobre um disco de vinil. O ambiente remete à tradicional Praça Onze da cidade do Rio de Janeiro à época.

Com valor facial de R$ 1,80, o selo pode ser adquirido em todas as agências dos Correios e também na loja virtual, no endereço https://www.correios.com.br/correios-online.

Cem Anos do Samba

Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil

Símbolo da nossa nacionalidade, reconhecido internacionalmente, expressão cultural e social originária das populações afrodescendentes, incorporada ao cotidiano de todos os brasileiros, de Norte a Sul do país, o Samba recebe nessa emissão dos Correios o reconhecimento do seu poder integrador, ressaltando os valores e tradições das comunidades de sambistas que construíram o seu legado e movem a sua história rumo ao futuro.

A gravação do samba “Pelo telefone”, de Donga e Mauro de Almeida, em 1916, é um marco sinalizador do que viria a acontecer com essa arte. Nascida nos terreiros, se espalhou pelas cidades. Arte que é canto, ritmo, dança, mas principalmente um modo de vida, que compreende toda uma série de tradições ligadas a sentimentos de pertencimento e identidade comunitárias. Samba é reunião, é festa, é celebração. Como tal, quando há samba, há comidas, bebidas, vestimentas, instrumentos musicais, interseções religiosas, que compõem o seu cenário, o seu lar, seja uma quadra de uma agremiação carnavalesca, uma roda de samba num bar ou uma festa na casa de amigos. Quando falamos em escolas de samba, vemos as cores tradicionais, as bandeiras (os pavilhões protegidos pelo casal de mestre-sala e porta-bandeira), os símbolos (como a águia da Portela e a coroa do Império Serrano), os padroeiros, os toques típicos de cada bateria, inspirados, quando ainda preservados, nos de cultos religiosos de matriz africana, toda uma tradição que se revivifica a cada nova reunião dos sambistas, a cada nova criação de um samba de terreiro, a cada novo desfile no carnaval. Mas o samba é muito mais. Não é só carnaval, com alguns pensam. Ele é uma expressão vivida no cotidiano, se dá o ano todo, no dia a dia dos brasileiros.

No começo do século XX, o samba foi perseguido, assim como outras expressões populares. Foi tratado com preconceito e como caso de polícia. A resistência das comunidades e o trabalho incessante de lideranças como os sambistas Paulo da Portela e Cartola, para citar dois entre muitos outros, mudou esse quadro. As classes médias foram atraídas pela arte e beleza do samba. A indústria fonográfica e o rádio logo viram o seu potencial aglutinador, a sua força criativa e a sua intensidade vibrante, que encantavam o país. Daí a ser reconhecido como símbolo de identidade nacional foi um passo. Um passo difícil, dado com muita luta, uma conquista. Nos morros e nas ruas, o batuque do samba se tornou o Brasil. Das senzalas onde sofreram os escravos, vieram a música e a dança que mudaram e ainda mudam o país. Então, além de manifestação cultural, é expressão de uma luta libertadora, pela igualdade, pela cidadania, pela integração.

Em 2007, o samba – nas variações partido-alto, samba de terreiro e samba-enredo – recebeu do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) o título de patrimônio cultural imaterial do Brasil. Esse reconhecimento ajudou a abrir novos espaços e a valorizar comunidades de sambistas, preservando e registrando os fundamentos de sua arte, alimentando a sua evolução constante no diálogo com as novas gerações, sustentando os fluxos de transmissão de conhecimentos através da atuação das Velhas Guardas das escolas de samba. Raiz e árvore que só crescem. Mas ainda há muito por conquistar.

Foi da adversidade que se ergueu o samba brasileiro – sua poesia, sua vibração, seu molejo. Vamos celebrar o legado dos nossos antepassados africanos e dos sambistas históricos, além de exaltar a força criadora das atuais gerações, que não deixam e não deixarão o samba orrer, nunca.

Aloy Jupiara – Conselheiro e Pesquisador do Museu do Samba

Ordem desfiles UESP – Carnaval 2018

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Veja como ficou a ordem dos desfiles das escolas de samba que compõem os grupos 1,2,3,4 e Blocos Especiais para o Carnaval 2018 da UESP.

Grupo 1 – Sambódromo do Anhembi – segunda, 12 de fevereiro:

1 – Uirapuru da Mooca

2 – Dom Bosco

3 – Brinco da Marquesa

4 – Combinados de Sapopemba

5 – Amizade Zona Leste

6 – Estrela do Terceiro Milênio

7 – Torcida Jovem

8 – Santa Bárbara

9 – Camisa 12

10 – Mocidade Unida da Mooca

11 – Morro da Casa Verde

12 – Tradição Albertinense

 

Grupo 2 –  Butantã – Domingo (11/02)

1 – Unidos de São Lucas

2 – Acadêmicos do Ipiranga

3 – Flor de Vila Dalila

4 – Prova de Fogo

5 – Primeira da Cidade Líder

6 – Acadêmicos De São Jorge

 

Grupo 2 –  Butantã -Segunda-feira (12/02):

1 – Boêmios da Vila

2 – União Independente da Zona Sul

3 – União Imperial

4 – Império Lapeano

5 – Unidos do Vale Encantado

6 – Flor de Liz

 

Grupo 3 – Vila Esperança – Domingo (11/02):

1 – Valença de Perus

2 – Imperatriz da Sul

3 – Dragões de Vila Alpina

4 – Mocidade Robruense

5 – Em Cima da Hora

6 – Príncipe Negro

 

Grupo 3 – Vila Esperança – Segunda-feira (12/02):

1 – Imperatriz da Pauliceia

2 – União de Vila Albertina

3 – Só vou se você for

4 – Iracema meu grande amor

5 – Passo de Ouro

6 – Unidos de São Miguel

 

Grupo 4 –  Vila Esperança – Sábado (10/02)

1 –  Cacique do Parque

2 – Primeira da Aclimação

3 – Lavapés

4 – Cabeções de Vila Prudente

5 – Estação Invernada

6 – TUP

7 – Explosão da Zona Norte

8 – Unidos de Guaianazes

9 – Os Bambas

10 – Folha Verde

11 – Estrela Cadente

12 – Isso mesmo

13 – Portela Zona Sul

 

Blocos Especiais –  local a definnir – Domingo (11/02)

1 – Imperatriz do Jaraguá

2 – Caprichosos da Zona Sul

3 – Pavilhão 9

4 – Mocidade Amazonense

5 – Kacike da Vila

6 – União da Trindade

7 – Inajar de Souza

8 – Não empurra que é pior

 

Blocos Especiais –  local a definir  – Segunda-feira (12/02)

1 – Unidos do Palmares

2 – Unidos do Grajaú

3 – Garotos da Vila

4 – Chorões da tia Gê

5 – Vovó Bolão

6 – Caprichosos do Piqueri

7 – Mocidade Independente da Zona Leste

8- Unidos do Pé Grande

UESP divulga notas e justificativas 2017

uesp2017

A UESP acaba de disponibilizar as justificativas de todas as notas dos quesitos avaliados no Carnaval 2017.

Confiram e tirem suas conclusões:

Justificativas Grupo1
Justificativas Grupo2
Justificativas Grupo3
Justificativas Grupo4
Justificativas Blocos Especiais

Fonte: UESP: http://uesp.com.br/acesse-as-justificativas-das-notas/

Tem Rei na Boêmios da Vila

A Escola de Samba Boêmios da Vila, Grupo II UESP, desfila no domingo, 26/02, no Butantã, defendendo o enredo Ariano Suassuna – o Rei , o Palhaço e o Profeta, e quase as vésperas de seu desfile resolve  inovar e apresentar aos foliões em geral seu Rei de Bateria.

Eduardo Perachini, 29 anos no mundo do samba, passista, aderecista, decorador… amante do carnaval, com passagens pela Leandro de Itaquera, Unidos de Santa Bárbara, Nenê de Vila Matilde… aos 40 anos, passa a ter em seu currículo o primeiro título de Rei de Bateria.

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Quando recebi o convite do carnavalesco J. Ivo Brasil, fiquei lisonjeado, feliz e ansioso, afinal de contas a responsabilidade de defender um pavilhão na avenida é enorme e espero corresponder às expectativas da escola que está me acolhendo, mas estou confiante e aguardando o dia do desfile. Espero que outras escolas abram este espaço para outros passistas assumirem o lugar de rei, afinal de contas a folia é de Momo e bateria também pode acolher um rei (comenta o novo rei).

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